No Evangelho de Lc 6,12-19, Jesus passa a noite em oração e escolhe os doze apóstolos. Depois, cura multidões e ensina sobre bênçãos. Descubra lições de fé e serviço divino.

Era uma daquelas noites quietas na montanha, onde o silêncio só era quebrado pelo vento. Jesus, precisando de clareza, subiu lá para rezar, passando horas inteiras em conversa profunda com Deus. Ao raiar do dia, com o sol tímido despontando, ele chamou seus discípulos mais próximos. Dentre eles, selecionou doze, dando-lhes o nome de apóstolos – um grupo que incluiria Pedro, André, Tiago e João, entre outros. Essa escolha não foi aleatória; era o início de uma missão que ecoaria por séculos.
Descendo o monte com os novos apóstolos, Jesus parou em um plano, onde uma multidão já o aguardava ansiosa. Vieram de longe: da Judeia, Jerusalém, até as costas de Tiro e Sidom, atraídos pelo Evangelho Lc 6,12-19 que prometia alívio. Doentes de corpo e alma se aglomeravam, tocando suas vestes em busca de cura. Até espíritos atormentados encontravam paz ali. Era como se uma onda de energia divina fluísse dele, restaurando vidas com um simples contato.
Em meio ao burburinho, via-se a essência da fé: não só ouvir, mas tocar o divino no cotidiano. Judas Iscariotes estava lá, um lembrete de que escolhas humanas podem falhar, mas o plano de Deus prevalece. Hoje, no corre-corre de 2025, esse trecho nos convida a subir nosso próprio “monte” para orar e escolher caminhos com coragem. A força curadora de Jesus ainda nos alcança, se nos aproximarmos com o coração aberto.