
O Evangelho que narra a escolha dos doze apóstolos (Mc 3,13-19) mostra um momento decisivo no ministério de Jesus. Ele sobe ao monte, local tradicional de encontro com Deus, e chama aqueles que deseja. Esta não é uma convocação qualquer, mas um chamado específico para uma missão de intimidade e serviço. Eles serão seus companheiros próximos e testemunhas autorizadas.
O texto detalha que Jesus os designa para estarem com Ele e para serem enviados a pregar. A dupla função é fundamental: primeiro, a relação pessoal; depois, a tarefa ministerial. A autoridade para expulsar demônios também é conferida, simbolizando o combate ao mal. A lista dos doze nomes, com seus significados e histórias, revela a diversidade do grupo escolhido.
Simão, a quem Jesus nomeia Pedro, encabeça a lista, mostrando seu lugar de destaque na fundação da comunidade. A presença de figuras como Tiago e João, ou de Mateus, o coletor de impostos, e Simão, o zelote, ilustra como Jesus une diferentes visões em um único projeto. Este relato não é apenas histórico; é a origem do sacerdócio e da missão apostólica que continua viva na Igreja.
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