
Uma tarde de domingo, que seria de descanso e confraternização familiar, terminou em tragédia no município de Assú, interior do Rio Grande do Norte. Uma criança de apenas três anos morreu vítima de afogamento em uma chácara local. O caso, registrado no dia 25 de janeiro, choca a comunidade e serve como um alerta doloroso.
O acidente aconteceu durante um encontro entre familiares. Enquanto os adultos socializavam, a menina, cuja identidade não foi divulgada, teve acesso à área do reservatório de água. Em questão de segundos, a situação de lazer se transformou em desespero absoluto para todos os presentes.
Corrida Contra o Tempo para Salvar a Criança
Desesperados com o ocorrido, os pais da criança agiram rapidamente para prestar os primeiros socorros. Eles mesmos a levaram, às pressas, para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Dr. Milton Marques de Medeiros, localizada no bairro Alto São Francisco. Cada minuto era crucial na tentativa de reverter o quadro.
Ao chegar à unidade de saúde, a menina foi imediatamente direcionada para a sala vermelha, destinada a atendimentos de maior gravidade. A equipe médica empenhou-se em todos os protocolos de reanimação específicos para vítimas de submersão. Apesar dos esforços intensos e contínuos, a criança não resistiu aos danos causados pelo afogamento.
Este triste episódio reforça a necessidade de supervisão constante e ininterrupta quando crianças estão próximas a qualquer tipo de água, como piscinas, tanques, rios ou até baldes. Acidentes domésticos como este são rápidos e silenciosos, mas suas consequências são irreparáveis. A prevenção é a única forma de evitar que outras famílias vivam uma perda tão devastadora.
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