
Jesus comparou o Reino dos Céus a um grão de mostarda, a menor de todas as sementes, que se torna a maior das árvores do jardim. A passagem de Marcos 4,26-34, proclamada nesta sexta-feira, traz uma mensagem de esperança para quem sente que sua contribuição na vida espiritual é insignificante.
O Evangelho de hoje apresenta duas parábolas fundamentais para compreender a ação silenciosa de Deus na história. Na primeira, Jesus descreve um homem que lança a semente na terra e, enquanto dorme e acorda, ela brota e cresce sem que ele saiba como. “A terra por si mesma produz: primeiro a erva, depois a espiga e, por fim, o grão cheio na espiga”, relata o texto sagrado.
O grão de mostarda mencionado por Jesus era conhecido na antiguidade por sua minúscula proporção — cerca de 1 a 2 milímetros. Contudo, a planta resultante podia alcançar até cinco metros de altura, oferecendo abrigo para as aves do céu.
“Com que compararemos o Reino de Deus? Com que parábola o representaremos?”, questionou o Mestre diante da multidão. A resposta surpreende pela lógica do revesamento: o menor torna-se o maior, o invisível torna-se abrigo, o que parece morto germina vida.
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