Eduardo Bolsonaro PF é afastado preventivamente após faltas injustificadas. Processo disciplinar pode levar à demissão e exige entrega de arma funcional.

Eduardo Bolsonaro PF é alvo de processo disciplinar
Eduardo Bolsonaro PF foi afastado preventivamente do cargo de escrivão após a Corregedoria instaurar um Processo Administrativo Disciplinar para apurar faltas consideradas injustificadas.
A medida foi adotada depois do término do mandato parlamentar, quando o servidor deveria ter retomado as funções normalmente.
O procedimento foi aberto em 27 de janeiro e segue em andamento, podendo resultar em penalidades administrativas graves. O afastamento permanece válido até a conclusão das investigações internas.
Eduardo Bolsonaro PF deve entregar arma e carteira funcional
A decisão administrativa determinou que o ex-deputado entregue, em até cinco dias úteis, a arma de fogo institucional e a carteira funcional. A medida consta em portaria assinada no dia 10 de fevereiro de 2026 e publicada posteriormente no Diário Oficial da União.
O ato é tratado como afastamento cautelar, utilizado para garantir a regular apuração dos fatos sem interferências. Caso as irregularidades sejam confirmadas, o processo poderá culminar até mesmo na demissão do servidor.
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