Duas dominicanas adotadas nos EUA se tornaram colegas de trabalho e amigas antes de descobrirem, por testes de DNA, que eram irmãs biológicas.

Duas mulheres dominicanas adotadas por famílias americanas e criadas em cidades próximas no estado de Connecticut se tornaram colegas, amigas e, por fim, descobriram algo que nenhuma das duas esperava: eram irmãs biológicas. A história de Cassandra Madison e Julia Tinetti viralizou após ser contada em episódio do programa Outlook, da BBC World Service, e chama atenção pela quantidade de coincidências que marcou o reencontro das duas.
Tudo começou quando as duas passaram a trabalhar juntas em um bar nos Estados Unidos. Foi nesse ambiente que Julia percebeu que Cassandra carregava no braço uma tatuagem da bandeira dominicana — o mesmo símbolo que ela havia gravado nas próprias costas. A partir daí, as conversas foram revelando outras semelhanças: ambas nasceram na República Dominicana e foram adotadas por famílias americanas. Mesmo com toda essa sintonia, os documentos de adoção não indicavam nenhuma relação familiar, já que os registros apontavam locais de nascimento diferentes e nomes distintos para as mães biológicas.

Anos depois, Cassandra recebeu um kit de teste genético e iniciou uma nova busca pela família biológica, o que a levou até o pai e outros parentes na República Dominicana. Foi durante esse processo que uma terceira pessoa, chamada Molly — ex-melhor amiga de infância de Julia —, levantou a hipótese de que as duas amigas poderiam ser irmãs. Novos testes de DNA foram realizados e confirmaram o vínculo biológico. As duas viajaram juntas à República Dominicana e foram recebidas no aeroporto pelo pai e demais familiares, encerrando uma história que mistura adoção, acaso e o poder de uma simples tatuagem.
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