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Professora e militante Laurecy Penaforte reforça apoio a Lula

Publicado em 08/10/2026 11:35 por PB24HORAS
Professora e militante Laurecy Penaforte reforça apoio a Lula
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Sindicalista e militante do PT de Cajazeiras, Laurecy Penaforte divulgou vídeo pedindo voto em Lula no segundo turno de 2026. A militante do PT de Cajazeiras, sindicalista, diretora da Secretaria de...
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Sindicalista e militante do PT de Cajazeiras, Laurecy Penaforte divulgou vídeo pedindo voto em Lula no segundo turno de 2026.

A militante do PT de Cajazeiras, sindicalista, diretora da Secretaria de Relações de Gênero, Raça e Etnia do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação do Estado da Paraíba (SINTEP-PB), professora Laurecy Penaforte divulgou nesta quarta-feira (07) um vídeo conclamando o voto no presidente Lula no segundo turno das eleições de 2026.

A professora Laurecy Penaforte afirma que votar no candidato adversário, Flávio Bolsonaro, significaria retrocessos como congelamento do salário mínimo, de aposentadorias e pensões, taxação do PIX, fim do Bolsa Família, retorno do país ao Mapa da Fome e redução de recursos para saúde e educação, atingindo programas como o Pé-de-Meia e bolsas de pós-graduação, além do fechamento da Farmácia Popular. A promessa de um novo “tesouraço” recoloca esse risco no centro da disputa eleitoral.

Em contrapartida, a professora defende o voto no presidente Lula como garantia da manutenção do Bolsa Família, dos pisos salariais dos profissionais da educação, da transposição das águas do Rio São Francisco, da Farmácia Popular, da vacinação, do SAMU, das UPAs e UBSs, do Minha Casa, Minha Vida, do fortalecimento do SUS e do combate a doenças graves.

Dois projetos para a educação

O embate coloca em evidência duas concepções distintas para a educação pública.

De um lado, a proposta bolsonarista de redução expressiva de despesas, acompanhada de críticas às universidades federais e de defesa de alternativas como o ensino domiciliar.

De outro, a política apresentada pelo presidente Lula, baseada na expansão do Pé-de-Meia, das escolas de tempo integral, das universidades e dos institutos federais. A questão, portanto, não é apenas quanto o próximo governo pretende cortar, mas quais direitos, programas e instituições serão chamados a pagar a conta.

Por Abdias Duque de Abrantes Advogado, jornalista, servidor público, graduado em Jornalismo e Direito pela UFPB e pós-graduado em Direito e Processo do Trabalho pela Universidade Potiguar (UnP), que integra a Laureate International Universities.

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