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Tony Bellotto sobre câncer de pâncreas: “Gostaria de continuar vivo”

Publicado em 06/11/2026 17:07 por PB24HORAS
Tony Bellotto sobre câncer de pâncreas: “Gostaria de continuar vivo”
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Guitarrista dos Titãs fala sobre o futuro após diagnóstico de câncer de pâncreas Tony Bellotto, de 66 anos, decidiu fazer um desabafo sobre o futuro após enfrentar o diagnóstico de câncer de...
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Guitarrista dos Titãs fala sobre o futuro após diagnóstico de câncer de pâncreas

Tony Bellotto, de 66 anos, decidiu fazer um desabafo sobre o futuro após enfrentar o diagnóstico de câncer de pâncreas. Em entrevista ao jornal O Globo, o guitarrista dos Titãs revelou que sua principal expectativa para os próximos anos é simplesmente continuar vivo. Marido da atriz Malu Mader, de 60 anos, ele contou que tem buscado aproveitar a rotina e manter suas atividades, apesar dos desafios impostos pela doença. “Nos próximos anos, primeiro eu gostaria de continuar vivo. Isso vai ser o suficiente”, afirmou o músico.

Descoberta do tumor em exames de rotina e tratamento

O tumor foi descoberto em março de 2025, durante exames de rotina. Desde então, Tony Bellotto passou por uma cirurgia e deu continuidade aos cuidados médicos, incluindo sessões de quimioterapia. Mesmo em tratamento, ele diz que pretende seguir fazendo música, escrevendo e se divertindo. “Ficar vivo, esse é o meu objetivo”, declarou o guitarrista, que afirma estar sabendo aproveitar a vida como tem feito atualmente.

Visão zen da vida e a taxa de sobrevivência do câncer de pâncreas

O músico explicou que a experiência mudou profundamente sua forma de compreender a existência. Segundo ele, o diagnóstico de um câncer tão grave “muda totalmente a visão de vida” e faz a finitude aparecer de forma palpável. Inspirado nos ensinamentos de monges chineses e tibetanos, Bellotto passou a encarar cada dia como vem, com uma postura mais zen. A gravidade da doença chama atenção: segundo o Instituto Nacional de Câncer dos Estados Unidos, cerca de 13% dos pacientes com câncer de pâncreas seguem vivos cinco anos após o diagnóstico, taxa associada à dificuldade de detecção precoce, já que os sintomas costumam ser discretos no início.

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