PF queria prisão de Bolsonaro

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Descubra os bastidores da operação da PF contra Jair Bolsonaro: pedido inicial de prisão preventiva virou uso de tornozeleira eletrônica por decisão de Alexandre de Moraes.

PF queria prisao de Bolsonaro
Foto: © Lula Marques/Agência Brasil

VERSÃO EM ÁUDIO

A Polícia Federal inicialmente solicitou a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro durante a operação de 18 de julho, mas o ministro Alexandre de Moraes optou por uma medida mais moderada: o uso de tornozeleira eletrônica. Essa decisão veio após consulta ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, que considerou a detenção como algo drástico. Bolsonaro foi obrigado a ficar em recolhimento domiciliar noturno e nos fins de semana, além de restrições em contatos. A operação destacou tensões entre autoridades judiciais e o político.

De acordo com fontes, a PF queria evitar alternativas como monitoramento eletrônico ou regime domiciliar, priorizando a prisão. No entanto, Moraes moderou o pedido, equilibrando a investigação com direitos individuais. Gonet influenciou ao sugerir o uso da tornozeleira para Bolsonaro, evitando excessos. Essa abordagem reflete o cuidado em casos de alta visibilidade política.

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Após a deflagração, Bolsonaro enfrentou proibições como acesso a redes sociais e comunicação com o filho Eduardo, nos EUA, e outros investigados. A medida de monitoramento eletrônico em Bolsonaro gerou debates sobre justiça e política. Diplomatas estrangeiros também foram vetados de contato. O caso continua sob escrutínio do Supremo Tribunal Federal.

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