Piso salarial do magistério terá reajuste de 0,37%, abaixo da inflação, reduzindo poder de compra dos professores da educação básica.

O piso salarial do magistério nacional terá um reajuste de apenas 0,37%, percentual considerado insuficiente diante da inflação acumulada. Esse índice representa uma perda real de poder de compra para os professores da educação básica, que já enfrentam dificuldades financeiras. O cálculo foi definido a partir da última atualização do Valor Aluno Ano do Fundeb (VAAF), publicada no Diário Oficial da União em 30/12/2025.
Na prática, o impacto é mínimo para quem depende desse salário. Um professor que recebe R$ 3.000,00 terá um aumento de apenas R$ 11,10 por mês, passando para R$ 3.011,10. Esse valor é considerado insuficiente até mesmo para cobrir gastos básicos, como alimentação e transporte, que sofrem diretamente com a alta da inflação. O reajuste, portanto, não garante a valorização profissional esperada pela categoria.
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Entidades representativas criticam o índice e afirmam que o reajuste não recompõe as perdas inflacionárias acumuladas. Estados e municípios analisam o impacto financeiro da correção, enquanto sindicatos defendem diálogo e medidas complementares para evitar o achatamento salarial dos professores. A expectativa é de que novas propostas sejam discutidas para garantir maior justiça salarial e reconhecimento da importância do magistério.
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