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Veículos

Citroën terá primeiros carros híbridos no Brasil em 2027

Publicado em 05/11/2026 10:21 por PB24HORAS
Citroën terá primeiros carros híbridos no Brasil em 2027
Resumo
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A Citroën oficializou a entrada no segmento de veículos eletrificados no mercado brasileiro, tornando-se a mais nova marca do grupo Stellantis a adotar a tecnologia híbrida. A montadora francesa...
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A Citroën oficializou a entrada no segmento de veículos eletrificados no mercado brasileiro, tornando-se a mais nova marca do grupo Stellantis a adotar a tecnologia híbrida. A montadora francesa planeja integrar o sistema híbrido leve — conhecido como MHEV — em toda a sua linha de produção nacional a partir da linha 2027, com lançamento previsto para o próximo ano.

Tecnologia MHEV nos modelos da marca

O conjunto mecânico que equipará os veículos da marca será baseado no motor 1.0 T200 flex, o mesmo já consolidado em diversos produtos do conglomerado, como os modelos da Fiat e Peugeot. A configuração utiliza uma bateria de íons de lítio de 12 volts para auxiliar o propulsor a combustão, focando em maior eficiência energética durante o uso urbano e rodoviário.

Atualizações visuais e foco nos modelos nacionais

A eletrificação contemplará o trio de veículos fabricados em Porto Real (RJ): o hatch C3, o SUV Aircross e o recém-lançado Basalt. Além da motorização, a expectativa é que os modelos recebam um facelift para marcar a transição tecnológica. Estão previstas alterações estéticas como para-choques redesenhados, emblemas atualizados e novas opções de rodas. A proximidade com a produção do Jeep Avenger na mesma planta fluminense facilitou o acesso aos componentes, tornando a implementação da tecnologia uma evolução natural para a linha francesa.

Como funciona o sistema híbrido leve

Sob o capô, o motor 1.0 turbo flex de três cilindros e 12 válvulas com injeção direta atua em conjunto com um sistema elétrico de 12 Volts, que entrega 4 cv e 1 kgfm adicionais. É importante ressaltar que esse motor elétrico não traciona as rodas de forma independente; sua função principal é oferecer suporte ao motor a combustão em momentos críticos, como partidas e retomadas.

O conjunto mantém a potência de 116 cv e 20,4 kgfm de torque, independentemente do combustível utilizado. Na prática, o dispositivo opera como um motor de partida de alta eficiência e também como um gerador, recuperando energia durante as frenagens e desacelerações. O sistema é sempre gerenciado por um câmbio automático do tipo CVT, que simula sete marchas.

Com essa atualização, a Citroën busca tornar seu portfólio mais competitivo, posicionando o Aircross, por exemplo, com um diferencial técnico importante frente a concorrentes diretos do segmento.

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