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Política

Defesa de Flávio pede saída de Moraes de inquérito

Publicado em 01/11/2026 20:47 por PB24HORAS
Defesa de Flávio pede saída de Moraes de inquérito
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A defesa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pediu ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, que Alexandre de Moraes seja declarado impedido de relatar o inquérito que...
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A defesa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pediu ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, que Alexandre de Moraes seja declarado impedido de relatar o inquérito que investiga uma suposta ligação entre o parlamentar e o advogado Willer Tomaz. O pedido foi protocolado na sexta-feira (30) e inclui a solicitação de transferência do caso para o ministro André Mendonça. A investigação apura suspeitas de sociedade indireta e possível lavagem de dinheiro, inclusive por meio de uma casa de apostas. Os advogados também contestam a competência de Moraes para conduzir o procedimento e defendem que a relatoria fique com Mendonça, responsável por outra investigação da qual o caso teria se originado.

Defesa de Flávio Bolsonaro questiona atuação de Moraes

Entre os argumentos apresentados, os advogados apontam que Moraes teria utilizado uma aeronave executiva mencionada na investigação da Polícia Federal como possível elo entre Flávio e Willer. A defesa considera que essa circunstância comprometeria a imparcialidade do ministro na condução do inquérito. Além disso, foram apresentados pedidos para revogar as medidas cautelares impostas ao senador, incluindo o cancelamento dos passaportes brasileiros, a entrega do documento italiano e a proibição de contato entre os investigados. Ao todo, a defesa protocolou três peças junto ao STF, que deverá analisar os questionamentos apresentados.

Inquérito pode ser transferido para André Mendonça

Os advogados sustentam que, por envolver elementos derivados da investigação sobre fraudes no INSS, o caso deveria ser distribuído a André Mendonça, atual relator daquele procedimento. A defesa argumenta que as investigações relacionadas também deveriam permanecer sob a responsabilidade do mesmo ministro, conforme as regras internas do Supremo.

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