GloboNews reconhece erro em reportagem sobre Banco Master. Andréia Sadi lê nota explicando falhas no conteúdo. Confira detalhes do caso.

A GloboNews reconheceu na última segunda-feira que cometeu um grave erro jornalístico. Um PowerPoint exibido no programa Estúdio I apresentava dados inconsistentes sobre o escândalo do Banco Master, comprometendo a credibilidade da reportagem. A arte gráfica gerou intensa repercussão negativa, mobilizando críticos tanto na imprensa independente quanto nas redes sociais. Diversos profissionais de comunicação e figuras políticas se manifestaram sobre o acontecido. A emissora precisava se posicionar urgentemente para esclarecer a situação.
Andréia Sadi, apresentadora do programa, ficou responsável pela leitura da nota de retratação. A jornalista explicou os erros contidos no PowerPoint, buscando esclarecer o público sobre as falhas no material. Contudo, a retratação apresentou limitações relevantes: nomes importantes envolvidos no caso não foram mencionados durante o pronunciamento. Governadores e ex-autoridades ligados ao escândalo permaneceram ausentes da lista de pessoas envolvidas citadas pela emissora. A nota, embora reconhecesse o erro jornalístico, não abordou completamente todos os atores políticos relacionados ao episódio.
Leia a nota:
“Deixa eu registrar aqui pra vocês… Na última sexta, a gente exibiu aqui uma arte, com o objetivo de apresentar as conexões do Vorcaro com políticos e acessos relevantes, como a gente já fez em outras ocasiões… No entanto, o material estava errado e incompleto, e também não deixou claro o critério que foi usado para a seleção das informações… Esse conteúdo acabou misturando contatos institucionais com nomes que Vorcaro menciona como tendo conexão contratual ou pessoal com ele, além de outros nomes sob análise da PF, ou que à luz das informações apuradas até aqui podem ser classificados como não republicanos… A arte também está incompleta, pois não foram incluídos nomes que já se tornaram públicos por envolvimento com o caso Master, como os de ministros do Supremo e políticos, nem ex-diretores do Banco Central que estão sob escrutínio da Polícia Federal por suspeitas de corrupção na relação com o banqueiro… Diante de um material incompleto e em desacordo com nossos princípios editoriais, a gente pede desculpas”, disse Sadi.
Participe do PB24horas no WhatsApp
Siga no Instagram